sexta-feira, 22 de março de 2013

A comentada gafe do Jornal Nacional



Na última segunda-feira, o país presenciou, ao vivo, uma gafe gigantesca no Jornal Nacional (veja aqui: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=FvaEn0ku8yg). A abertura da atração, feita como um jogral e editada com imagens das principais notícias para dar dinamismo e mostrar ao telespectador os destaques da edição, travou bisonhamente.

Na verdade, o erro só tomou tal proporção porque o JN é o telejornal de maior audiência do Brasil e exibido pela poderosa Vênus Platinada, a Rede Globo, também líder de audiência nacional e um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo.

Logo, era evidente que o erro alcançaria tamanha repercussão. Porém, tal falha pode ocorrer em qualquer emissora. Da mais pobre à mais rica. Como fala o ditado: acontece nas melhores famílias. Acredito que a falha não tenha ficado barata. O editor-chefe e apresentador da atração, William Bonner, ficou visivelmente irritado com a situação constrangedora. E, obviamente, deve ter esperneado com alguém após o tradicional "boa noite" que finaliza o programa.

Em grandes emissoras, até as menores falhas são consideradas graves e mesmo passíveis de demissão. Uma rede de televisão do tamanho da Globo não permite muitos erros. Particularmente, entendo que esse tipo de coisa acontece em qualquer lugar. Basta levantar o número total de edições do Jornal Nacional exibidas com a tal escalada (jargão jornalístico para a abertura manchetada). Pergunto: quantas vezes isso aconteceu na abertura? Com certeza, pouquíssimas!

Acontece que, hoje em dia, as redes sociais amplificam a repercussão dos fatos. Claro, já era de se esperar, uma tonelada de fotos e vídeos invadiram Facebook e Twitter para comentar o ocorrido. Mas, hoje, sexta-feira, menos de uma semana depois, quase ninguém se lembra do fato. Prova cabal de que foi irrelevante e teve o tempo de exposição e discussão na internet do tamanho de sua relevância: pequeno.

No fim, não deve ter dado em nada. É evidente que uma emissora de televisão deve se calcar em detalhes, boa plasticidade e trabalho bem feito sempre. Mas escorregões podem acontecer. Espero que nenhuma medida drástica tenha sido tomada. Honestamente, não era para tanto. Um forte abraço.

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