quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Esporte na Rede recebeu Joice Luciana, locutora da Rádio Auri-Verde de Bauru

O Esporte na Rede de ontem (26/11/2013) recebeu a locutora da Rádio Auri-Verde de Bauru, Joice Luciana. Ela falou sobre a carreira e contou como começou nas ondas do rádio, um exemplo de esforço pessoal e superação. Joice também falou sobre Copa do Brasil e Copa Sul-Americana, assim como nossos comentaristas.

Ainda analisamos o GP Brasil de Fórmula-1 e mostramos a foto do Torcedor na Rede, enviada diretamente do autódromo de Interlagos, em São Paulo. O programa Esporte na Rede é exibido pela emissora web UPTV (www.uptv.com.br).

Vai ao ar toda terça-feira, AO VIVO, a partir de 20h. Tem uma hora de duração e recebe muitos convidados do mundo esportivo. Foca na análise esportiva inteligente e bem-feita, com a participação do internauta em tempo real. A interatividade é nosso diferencial. Mais informações: www.esportenarede.org. Confira abaixo as fotos e o vídeo da atração. Esporte na Rede, análise esportiva de qualidade! Um forte abraço.

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Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=ygtOqZk2xC8

































terça-feira, 26 de novembro de 2013

Se o mercado no jornalismo está ruim, um concurso público pode ser a solução


É bem verdade que são muitas as dificuldades encontradas pelo mercado de trabalho midiático para absorver a mão-de-obra que se forma, todos os anos, em milhares de universidades espalhadas pelo país. São centenas de jornalistas e radialistas que saem dos bancos das faculdades com a esperança de encontrar uma vaga de emprego neste tão acirrado e concorrido meio de sustento.

Obviamente, todos querem um lugar ao sol. E mais: todos querem ser bem sucedidos, ganhar bons salários e ter qualidade e padrão de vida dignos para realizar seus sonhos profissionais ao mesmo tempo que desfrutam do convívio familiar.

As crises financeiras vividas pelos diversos veículos de comunicação brasileiros em 2013 mostram que as dificuldades no ano que vem podem ser potencializadas. Se o espaço já era pequeno, ficou ainda menor. Foi preciso que alguns veículos se reestruturassem financeiramente para não fechar as portas. Evidentemente, tal reformulação passou pela demissão de jornalistas e outros profissionais ou mesmo pela "pejotização" deles.

Mas não se desespere, amigo leitor. Existe uma "empresa" que, apesar de passar por crises financeiras ou dificuldades econômicas, sempre está disposta a contratar: a administração pública. Todos os anos, as esferas municipal, estadual e federal cria novos cargos em concursos públicos.

E, em alguns deles, há vagas destinadas a jornalistas (diplomados, diga-se de passagem!). Dependendo do grau de complexidade do trabalho, os salários são bem atraentes (como um concurso que deve sair no Nordeste, com salários de mais de dez mil reais). A jornada de trabalho, para concursados, costuma ser de seis ou oito horas e o expediente é em horário comercial. Trabalhos de fim de semana são exceções.

Aqui sim, reside a qualidade de vida buscada por um profissional da mídia, com uma jornada decente e um salário digno. Claro, não há o "glamour" das grandes redações e dos grandes veículos de mídia. Mas esteja certo de que a qualidade de vida é o mais importante. Os grandes veículos o sugam, exploram. Fazem você trabalhar 12, 14 horas por dia para ganhar pouco e viver estressado.

Em tempos de crise, recomendo ao amigo jornalista que pesquise na internet, em jornais de concursos públicos, e preste algum na área. Estude, dedique-se. Vale a pena. É um caminho viável. E, diferentemente das empresas privadas de comunicação, funcionários públicos não podem ser demitidos por qualquer coisa ou sem justa causa. Antes disso acontecer, é preciso um longo processo de sindicância para apurar possíveis abusos do funcionário.

Trabalhar em órgãos públicos significa que, às vezes (eu disse, ÀS VEZES!), você tem, efetivamente, mais poder do que o patrão. Pelo menos, existe a garantia de cumprimento dos seus direitos trabalhistas como férias, 13º, aumento salarial com reposição da inflação, etc.

Repito, não tem a correria maluca das grandes redações, não há super mega eventos a serem cobertos, não tem aquela adrenalina pilhada a mil (salvo exceções). Mas tem estabilidade e qualidade de vida. Por isso, vale a pena pesquisar e prestar um bom concurso. Pode ser uma saída para um mercado hoje tão acirrado como é o midiático. Um forte abraço.

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sábado, 23 de novembro de 2013

Esporte na Rede recebeu Pintado, técnico de futebol e ex-jogador do São Paulo

Na edição da última terça-feira, o Esporte na Rede recebeu o ex-jogador vitorioso e atualmente técnico de futebol, Pintado. Sem papas na língua, ele falou sobre dirigentes que interferem em escalações de equipes e no trabalho do técnico. Mas ressaltou que ter comando é muito importante.

Pintado também falou sobre o seu futuro e disse ainda que apoia o movimento Bom Senso FC, em prol de um calendário mais decente no futebol brasileiro. O Esporte na Rede também analisou a rodada do final de semana do campeonato Brasileiro na Série A, com o Cruzeiro já campeão.

Ainda analisou a final da Copa do Brasil, entre Atlético-PR e Flamengo. Teve também o Momento Motor com tudo sobre o GP de Austin, nos Estados Unidos. O programa Esporte na Rede é exibido pela emissora web UPTV (www.uptv.com.br). Vai ao ar toda terça-feira, AO VIVO, a partir de 20h.

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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Conteúdo pago na internet será a tônica dos grandes jornais em 2014


Não é novidade para ninguém que a mídia, de modo geral, passou por uma grande crise em 2013. Dirigentes das grandes empresas de comunicação reuniram-se diversas vezes para conversar sobre o assunto e trocar experiências. Os debates foram no sentido de buscar saídas viáveis para manter programas e publicações no ano que vem, sem ter de demitir jornalistas e outros colaboradores.

Depois de pesquisas e muita discussão, a conclusão mais consensual é de que os principais jornais do país como Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo e Zero Hora, para citar exemplos mais emblemáticos, vão adotar o chamado pay wall, ou seja, vão cobrar pelo acesso a seus conteúdos on line, assim como pelos jornais das bancas.

As discussões aconteceram durante o INMA, Seminário Internacional 2013, realizado em São Paulo no início deste mês. Segundo o portal Comunique-se, "executivos de grandes veículos nacionais e internacionais contaram suas experiências e apostas inclusive para os próximos anos".

Embora muita gente seja contra a cobrança financeira pelo acesso a conteúdos informativos on line, entendo que a proposta tem fundamento. Amigo leitor, desenvolva comigo o seguinte raciocínio. Você, que lê este blog, tem direito à informação e a um conteúdo de boa qualidade, correto?

Para que o conteúdo tenha boa qualidade, é preciso ter bons profissionais nas redações dos veículos. Para contar com estes profissionais, os veículos precisam desembolsar bastante dinheiro, pois profissionais qualificados custam caro, já que têm experiência, bagagem, boas fontes, bom texto, etc. Para pagá-los a contento, os veículos precisam arrecadar. E, admito, somente os anunciantes não sustentam hoje as publicações.

Por isso, nada mais justo do que oferecer informação de qualidade e cobrar uma quantia por ela, desde que não seja abusiva, extorsiva ou absurda. Assim, cada leitor pode assinar o conteúdo que julgar de melhor qualidade ou então o que for da sua preferência. Acho a proposta justa e interessante. Repito: desde que o leitor não seja alijado de informações importantes nem que seja "assaltado" no valor cobrado. E também que, na outra ponta, o jornalista seja, de fato, bem remunerado pelo bom trabalho desempenhado.

Esta será a tônica para o ano que vem. A internet tem a premissa de ser democrática e liberal. Por isso muita gente entende que a informação na web deve ser gratuita. Respeito e compartilho desta opinião. Mas também entendo que o conteúdo pago pode dar mais credibilidade a uma mídia que tanto cresce hoje no mundo todo e que vem, dia a dia, "roubando" a audiência da TV.

Credibilidade na web é algo que ainda está sendo buscado. E esta "profissionalização" paga pode ser um início. Aposto também que, em 2014, os vídeos on line vão dar ainda mais audiência do que em 2013. Aos poucos, os internautas estão descobrindo esse novo jeito de "ver TV", ler notícias e se manterem informados.

Independentemente de o conteúdo ser ou não pago, quero apenas que a internet tenha profissionais qualificados e, com isso, conquiste a tão sonhada credibilidade que ainda não está consolidada, o que tanto afasta anunciantes que poderiam ajudar a manter no ar bons conteúdos e boas atraçãoes. Um forte abraço.

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