quarta-feira, 13 de março de 2013

Esporte na Rede falou sobre o futebol de botão no Brasil

Ontem o Esporte na Rede matou a saudade da infância muita gente. O programa abordou o futebol de mesa, popularmente conhecido por futebol de botão. Recebmos no estúdio o botonista Breno Marques e o vice-presidente da Federação Paulista de Futebol de Mesa (FPFM), Vinícius Ramalho. Breno é jogador renomado no país e conquistou diversos títulos. Vinícius organiza as competições em São Paulo

Ainda falamos de Libertadores, Fórmula-1 e repercutimos a reversão da punição ao Corinthians na competição sul-americana. Na foto do Torcedor na Rede, uma menininha linda! O Esporte na Rede é exibido pela emissora web UPTV (www.uptv.com.br). Vai ao ar toda terça-feira, AO VIVO, a partir de 20h.

Tem 1 hora de duração e recebe muitos convidados do mundo esportivo. Foca na análise esportiva inteligente e bem-feita, com a participação do internauta em tempo real. A interatividade é nosso diferencial. Veja abaixo as fotos e o vídeo do programa na íntegra. Mais informações: www.esportenarede.org. Esporte na Rede, análise esportiva de qualidade!

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terça-feira, 12 de março de 2013

Esporte na Rede fala sobre futebol de botão



O Esporte na Rede de hoje fala sobre futebol de mesa, mais conhecido como futebol de botão. Em nosso estúdio, um botonista com muitos títulos, Breno Borba Marques e o vice-presidente da Federação Paulista de Futebol de Mesa, Vinícius Ramalho.

Ainda tem Libertadores, Paulista, Fórmula-1, Torcedor na Rede e mais polêmica com a reversão da pena ao Corinthians pela Conmebol. Imperdível! Hoje, às 20h, AO VIVO. Mande sua pergunta! Te espero!

O Esporte na Rede é exibido pela emissora web UPTV (www.uptv.com.br). Tem uma hora de duração e recebe muitos convidados do mundo esportivo. Foca na análise esportiva inteligente e bem-feita, com a participação do internauta em tempo real. A interatividade é nosso diferencial. Mais informações: www.esportenarede.org. Esporte na Rede, análise esportiva de qualidade!

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segunda-feira, 11 de março de 2013

A mudança da cara do telejornalismo



O mundo muda com o passar dos anos. A sociedade vai evoluindo, modernizando-se e, com isso, mudam também gostos, preferências, hábitos e olhares para determinadas coisas. O telejornalismo sofreu uma alteração sensível de linguagem nos últimos cinco anos. Com a era da tecnologia e da internet, qualquer pessoa pode fazer TV. Ou, pelo menos, gravar imagens relevantes em seu bairro e mandar para que as emissoras de massa noticiem.

Quem domina este tipo de tecnologia são, geralmente, os mais jovens. O jovem tem uma linguagem mais solta, mais desprendida, menos rebuscada e até com algumas gírias. Por isso, hoje, alguns telejornais apresentam uma linguagem mais "relax", mais tranquila, para que possam se aproximar do público já fiel e também agregar novos telespectadores.

Antes, o jornal era lido pelo apresentador de uma maneira séria, sisuda, com aquela voz ecoante, para dar um tom de respeito e credibilidade. Impossível não se lembrar de Cid Moreira, no Jornal Nacional dos anos 70 (foto). Hoje, o mesmo efeito é conseguido com tons mais calmos, menos sisudos. A credibilidade permanece, mais pelo conteúdo em si do que pela forma como é transmitido.

Os jornalistas mais velhos ainda têm certa tendência em manter os padrões mais rígidos. Já os mais jovens, como o apresentador da TV Globo, Thiago Leifert, são adeptos das inovações. Leifert mudou radicalmente o formato da edição paulista do Globo Esporte. E foi muito bem visto por colegas e telespectadores.

A alteração da linguagem nos telejornais ainda não se deu totalmente. A fase atual é de transição, mas caminha para que as novidades sejam consolidadas, uma vez que a tecnologia só vai avançar e atrair ainda mais jovens para participarem do processo de produção da mídia. Hoje, não há quem não denuncie problemas no bairro ou até mesmo crimes por meio de fotos e vídeos publicados nas redes sociais.

Até reclamações de consumidores contra produtos, marcas e lojas deram bons resultados nas redes sociais. Por isso, a internet não é o futuro e sim o presente. Quem não se conecta, perde uma boa parte das informações do mundo atual. Logo, a mudança na cara do telejornalismo está mais do que justificada. E, para variar, a Globo, como sempre, saiu na frente ao realizar essa mudança há pouco mais de um ano. Um forte abraço.

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sexta-feira, 8 de março de 2013

A mulher, o jornalismo e a mídia



Hoje é comemorado mais um Dia Internacional da Mulher. De modo geral, o papel da mulher na sociedade foi visivelmente ampliado. Hoje, as mães são também pais quando precisam. Zelam por sua liberdade e independência. Muitas vezes, são mais fortes sentimentalmente do que os homens e mais decididas.

Na mídia, a mulher sempre teve espaço. Seja como atriz, ainda nos tempos da antiga Rádio Nacional, ou como jornalista, nos tempos mais recentes. Hoje, tem até mulher cinegrafista (câmera girl), que faz questão de carregar equipamento pesado para muito repórter marmanjo e barbado.

Na verdade, dia da mulher é todo dia. Elas sempre devem ser respeitadas, tratadas com educação e distinção e jamais violentadas. Obviamente, como seres humanos que são, também existem mulheres chatas, mal educadas, vulgares, que não se dão o devido valor e não possuem amor próprio nem dignidade.

Mas são raras. Costumeiramente, a mulher é uma obra divina a ser admirada. Quando está de TPM, devemos nos esforçar para ter paciência e compreendê-las. Nós, homens, não vivemos sem elas. E vice-versa. No jornalismo, a presença da mulher dá brilho. Muitas são as jornalistas lindas e competentes. A lista de exemplos seria muito extensa, por isso não é prudente fazer citações nominais.

A mulher é delicada, sensível. Mesmo aquela que parece uma pedra de gelo, no fundo, é extremamente dócil e usa a frieza como defesa para não sofrer e minimizar momentos e fases tristes. A mulher deve ser tratada pelo homem de igual para igual. Nem mais, nem menos. Nem fragilizada, nem superestimada e sim como pessoa.

Hoje, com exceção das tarefas que envolvem limitadores físicos, a mulher pode executar os mesmos trabalhos dos homens. Coisa impensável há alguns séculos. Melhor para mim, que tenho o prazer de estar cercado por mulheres em todos os lados. No âmbito familiar e, principalmente, no profissional.

A vocês, amigas jornalistas e demais profissionais da mídia, à mulher que me deu à luz (minha mãe), à minha irmã, primas, à minha esposa, amigas e colegas, que este dia, como todos os outros, seja repleto de felicidades, alegrias e, principalmente muito amor e carinho. Costumo terminar as colunas no blog com um abraço, mas hoje abro uma exceção. Merece! Um beijo no coração de cada mulher de bem deste planeta!

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quarta-feira, 6 de março de 2013

Esporte na Rede completa 150 edições

Ontem o Esporte na Rede completou 150 edições. Prestes a completar cinco anos no ar no próximo dia 6 de maio, o programa falou sobre Copa Libertadores da América, Paulistão, Fórmula-1 e Seleção Brasileira. No quadro Torcedor na Rede, a foto de duas meninas lindas! E no Vestindo a Camisa, Alexandre Aníbal falou sobre a camisa do Flamengo.

O Esporte na Rede é exibido pela emissora web UPTV (www.uptv.com.br). Vai ao ar toda terça-feira, AO VIVO, a partir de 20h. Tem uma hora de duração e recebe muitos convidados do mundo esportivo. Foca na análise esportiva inteligente e bem-feita, com a participação do internauta em tempo real.

A interatividade é nosso diferencial. Confira abaixo as fotos e o vídeo da atração de ontem. Mais informações: www.esportenarede.org. Esporte na Rede, análise esportiva de qualidade! Um forte abraço.

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segunda-feira, 4 de março de 2013

A inversão de valores da pequena mídia



A grande mídia, geralmente, sustenta-se com investimentos de apoiadores, patrocinadores e anunciantes publicitários. Há, obviamente, algumas exceções, mas a regra natural é essa. Para isso, é preciso ser profissional e dar "audiência", seja no rádio, na TV, na internet ou mesmo nos jornais e revistas de grande circulação. Para ser bem vista pelo público, precisa de bons profissionais em seu casting. E bons profissionais costumam ser bem remunerados.

A pequena mídia deveria se valer do mesmo expediente para o sustento próprio. Porém, não é o que acontece. Hoje, quase toda pequena empresa de comunicação vive da exploração do trabalho de estagiários e da venda de espaço em suas páginas (mídia impressa) ou em sua programação (mídia eletrônica - rádio e TV).

Esses veículos de comunicação menores não estão nem aí para a qualidade do conteúdo que chega ao público. Não ligam se a informação está incorreta, se os estúdios são ruins, se os redatores erram o português ou se a estética visual está precária. Tais veículos mantêm, quase sempre, profissionais inexperientes em seus quadros de funcionários, o que deixa a qualidade amadora.

Ou seja, há uma visível inversão de valores aí. Em vez de pagar por bons profissionais e investir em bons programas, a pequena mídia cobra dos produtores independentes para exibir suas obras, admitindo claramente a incompetência para montar um departamento comercial. Isto é ridículo! Se isso não bastasse, muitos veículos nanicos exigem que, além de pagar para exibir conteúdo, esses produtores viabilizem a venda comercial da publicação.

A pequena mídia deveria se espelhar em seus pares maiores. Qualquer emissora de TV, ainda que pequena e modesta, deveria fazer o máximo para ter uma excelente qualidade de conteúdo, programação e estética. Deveriam mirar o exemplo da Globo, só para citar a emissora de maior audiência do país.

A Globo não é perfeita, longe disso. Mas é brilhante na parte plástica. É cuidadosa, detalhista. Todas as mídias deveriam seguir essa linha. Como todos os veículos, a Rede Globo tem pontos bons e ruins. A pequena mídia deveria copiar os bons e deixar de lado os ruins. Muitas vezes, acontece o contrário...

Mas a principal inversão de valores está em desprezar o bom conteúdo. Muitos setores da sociedade realizam trabalhos comunitários e gostariam de ver divulgadas suas ações em emissoras de rádio e TV ou jornais locais.

Os canais comunitários neste país são escandalosamente explorados. Ficam nas mãos de pequenos grupos ou mesmo de uma única pessoa, quando deveriam atender aos interesses da sociedade. Pior. Os "dominadores" destes canais cobram, alugam horários. Não se importam sequer com bons projetos de programas enviados por pessoas da comunidade.

O mesmo fazem jornais e revistas que cobram para publicar uma reportagem que, por si só, seria alvo de interesse da comunidade. Ou seja, a mídia pequena, local, fica com fama de amadora, antiprofissional e vendida. Com toda a razão. Seus "donos" fazem práticas condenáveis, criminosas, exploratórias.

Assim, temos mídias locais apenas com conteúdos pagos, mal produzidos, de quinta categoria e desinteressantes para a comunidade local. É, sem dúvida, uma pena. E pensar que a mídia local tem o dever, a obrigação de informar a comunidade com conteúdo de boa qualidade...

Seria uma ótima alternativa à grande mídia, que se atém apenas às capitais. Se a mídia local agisse com discernimento e responsabilidade social, poderia ter bom conteúdo, melhorar a "audiência" e, justamente por isso, ganhar muito dinheiro. Mas tais "empresários" pensam pequeno e nivelam tudo por baixo. Lamentável. Um forte abraço.

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