quarta-feira, 23 de maio de 2012

Fotos do programa Esporte na Rede, com Neo Nassif

Ontem o Esporte na Rede recebeu o radialista Neo Nassif. Cidadão do mundo, Neo estudou em Los Angeles e participou até de filmes de Hollywood. Cobriu a Copa do Mundo de 2006, na Alemanha e dirigiu há pouco tempo a Rede Eco TV. Hoje, toca o projeto pessoal da TV Neo, pela internet. Ele falou sobre a carreira e suas andanças pelo planeta bola.

Também falamos de Copa Libertadores e Copa do Brasil. O Esporte na Rede vai ao ar pela UPTV (www.uptv.com.br), AO VIVO, toda terça-feira, a partir das 20h. Confira abaixo as fotos e o programa na íntegra. Um forte abraço.

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segunda-feira, 21 de maio de 2012

As atitudes de um repórter para o bem da reportagem



Em algumas reportagens, não basta ao repórter ater-se à narração dos fatos e a contar boas histórias. Às vezes, é preciso ir além para conseguir uma informação privilegiada, exclusiva ou mesmo para convencer fontes importantes a darem entrevista (dentro, é claro, dos limites da ética e do bom senso).

Em algumas situações, o repórter também pode colaborar de outras maneiras para a confecção da reportagem. Ele pode simular situações que ajudem na explicação das informações ou então usar da persuasão para obter a melhor imagem para o cinegrafista, como liberar o acesso a lugares restritos ou mesmo pedir às pessoas que o ajudem a demonstrar atitudes determinadas.

Foi o que fiz em uma reportagem sobre a campanha de vacinação contra a gripe em Guarulhos. Entre as pessoas que devem tomar a vacina, estão os trabalhadores da saúde. Uma das enfermeiras ainda não havia tomado a vacina e, caso ela tomasse, seria uma imagem importante para reforçar a campanha.

A moça chamada Fabiane tinha um imenso medo de agulha. Eu tentava convencê-la apenas na conversa até que ela me propôs: "Se eu tomar a vacina, você também toma?". Embora não fizesse parte do público-alvo da campanha, topei (foto que abre o post e comprova minha atitude "corajosíssima").

A moça ficou mais tranquila e tomou a vacina, não sem antes fazer uma bela careta. Mas rendeu uma importante imagem na matéria. O amor à profissão é isso: não ter medo de se sacrificar para que o resultado final saia a contento. Agradeço à gentileza da simpática Fabiane que, mesmo com careta e tudo, cumpriu com a palavra e nos ajudou de muito bom grado. Acompanhe a reportagem abaixo. Um forte abraço.

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quinta-feira, 17 de maio de 2012

A reportagem de TV em grandes eventos



Fazer uma reportagem de televisão sobre uma pauta murcha, sem atrativos e boas imagens é algo sempre complicado. Falta material e, na maioria das vezes, repórter e cinegrafista precisam tirar leite de pedra.

Bem ao contrário disso, os grandes eventos fornecem material farto, com riqueza de imagens, personagens e situações comuns ou inusitadas que podem entrar na confecção da matéria. Mas fazer reportagem sobre megaeventos pode ser algo tão complicado quanto fazer a matéria de uma pauta sem graça.

Os grandes eventos como shows, jogos esportivos, bienais e salões de automóvel ou livros oferecem ao repórter uma gama gigantesca de abordagens na matéria e inunda o cinegrafista com possibilidades de uma boa imagem. Acontece que, geralmente, uma reportagem em emissora de TV aberta tem, no máximo dos máximos, três minutos de duração. Isso quando está muito rica em material, pois, normalmente, as matérias de TV não passam de dois minutos.

Sim, televisão, em muitos casos, também é sinônimo de superficialidade. O maior desafio de um repórter em grandes eventos é ser sintético e fazer caber nos poucos minutos de reportagem o máximo de informações e as declarações dos entrevistados.

O segredo para isso é ter foco. O repórter deve elencar as informações e os acontecimentos mais relevantes e usá-los na produção da matéria. O que for menos importante entrará no final da reportagem, se sobrar tempo.

Experimentei essa sensação algumas vezes durante a carreira. Quando terminei de escrever tais matérias, parecia que ainda faltava um pedaço, que coisas boas deixavam de ser citadas. A última que fiz foi esta abaixo, do Salão do Livro de Guarulhos deste ano. Fiz a matéria semana passada.

Como aqui a ideia é fazer uma reportagem mais institucional, divulgando os eventos que acontecem na cidade, tive a liberdade para fazer uma matéria um pouco maior do que as convencionais. Ficou com quatro minutos. O resultado e algumas fotos do evento você confere abaixo. Um forte abraço.

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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Fotos do programa Esporte na Rede, com Alejandro Johnston e Diego Martins, jogadores de Rugby do Templários de São Bernardo

Ontem o programa Esporte na Rede recebeu os atletas de Rugby, Alejandro Johnston e Diego Martins, do Templários de São Bernardo. Eles deram uma verdadeira aula sobre o esporte com explicações didáticas das regras e várias curiosidades.

Da bola oval para a bola redonda, falamos da Taça Libertadores e da Copa do Brasil. E teve a Fórmula-1, com a análise de Paulo Arnaldo Lima. O Esporte na Rede vai ao ar toda terça-feira, AO VIVO, às 20h, na UPTV (www.uptv.com.br). Participe! Confira abaixo as imagens e a atração na íntegra. Um forte abraço.

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

É possível conciliar jornalismo e maternidade?



A carreira jornalística, como todas as outras, exige dedicação e empenho para que o profissional alcance o sucesso desejado. Isso implica em pouco tempo para vida pessoal e para as relações com amigos e família.

A diferença do trabalho do jornalista para algumas outras profissões é que as jornadas são longas, cansativas e estressantes. Os prazos são sempre curtos e tudo é para ontem. Ainda temos exposição constante em jornais, rádio, TV e revistas, veículos nos quais não podemos errar. E, via de regra, as viagens nos afastam de casa e de quem amamos por vários dias.

Se já é difícil o jornalismo para o homem, imagine para a mulher, que tem o instinto maternal dentro de si desde o momento em que nasce. Neste caso, a coisa complica um pouco mais, pois engravidar significa afastar-se das atividades por um bom tempo.

E, no jornalismo, muitas vezes, o afastamento pode ser sinônimo de perda de espaço e até de substituição. Por isso, muitas jornalistas famosas até querem, mas têm medo de engravidar. Sou da filosofia de que, com disciplina e paciência, é possível encontrar tempo para fazer tudo bem feito.

Logo, acredito que é possível conciliar a maternidade e a carreira jornalística. Muitas jornalistas renomadas foram mães e não perderam o espaço e nem o emprego. Vide Rosana Jatobá (foto que abre o post), que teve filho recentemente. Mas, obviamente, serão mães que terão pouco tempo para dar atenção aos filhos. Isso sim, deve ser questionado pelas próprias postulantes à mamães.

Em que pese a falta de tempo, amor de mãe não tem limites. É das coisas mais infinitas de que se tem conhecimento. E, se não há tanto tempo assim para atenção à prole, é porque essa guerreira está trabalhando para dar uma vida digna a quem ela pôs no mundo.

Tive a sorte de minha mãe nunca ter trabalhado fora. Sempre cuidou de mim com amor e carinho e sempre esteve por perto. Ontem, fui almoçar na casa dos meus pais. Hoje, sou muito grato por tudo o que ela fez por mim. Na verdade, a maternidade não é uma questão de dispor ou não de tempo, mas sim de vontade, vocação e amor divino. E para isso, pouco importa qual profissão você desempenha. Se o amor for maior, sempre valerá a pena. Um forte abraço.

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sexta-feira, 11 de maio de 2012

As reações de um jornalista ao se assistir na TV



Quando estava na faculdade e fazia as aulas de telejornalismo, tinha de gravar boletins e pequenos pilotos de programas. Para fazer as avaliações, todos da turma assistiam juntos ao resultado final das gravações, sob o olhar atento de nossos professores.

A primeira reação de qualquer pessoa, ao se observar no vídeo, é de estranheza. Na verdade, a imagem que fazemos de nós mesmos quase nunca coincide com aquela que vemos em fotos e vídeos. Prova irrefutável de que o ser humano idealiza até a si próprio.

A sensação inicial é a de que não somos daquele jeito, de que nossa imagem não é assim e nossa voz é bem melhor do que a que estamos ouvindo no vídeo. Isso também acontece porque a imagem que a câmera capta não é igual à que vemos no espelho. É exatamente o contrário. Por isso, leva um certo tempo para que o jornalista acostume com sua imagem na telinha. Depois da sensação de estranheza, o profissional da comunicação realiza o segundo passo.

Ele começa a se assistir e fazer anotações para que possa aperfeiçoar o trabalho e começar a eliminar possíveis falhas. Tem gente que não gosta de se assistir. Mas, para um jornalista, isso é fundamental. Só com muito treino é que o jornalista consegue identificar problemas e evoluir profissionalmente.

Quando você se vê na televisão, passa a notar que poderia se vestir diferente, melhorar o pentado, gesticular mais ou menos, falar mais ritmado ou mais pausadamente, melhorar a entonação e a impostação da voz.

A terceira fase é a avaliação do programa como um todo. Assim que adquire confiança e credibilidade no trabalho, o jornalista assiste a atração da qual participa para saber se sua imagem não está sendo prejudicada pelo todo. Por exemplo, não adianta nada ter um ótimo jornalista em um péssimo programa (e vice-versa).

Ao chegar a esse patamar, o profissional da comunicação já está experiente. É a hora então de divulgar o trabalho e ir em busca de seus objetivos profissionais, como trabalhar na emissora em que gostaria, reivindicar a apresentação de um programa ou então buscar o trabalho na editoria que mais aprecia.

Mas, bem no fundo, o jornalista nunca se acostuma com seu rosto no vídeo. Sempre há uma pequena pontinha de estranheza e, ao se assistir, internamente, ele se pergunta: "quem é esse cara aí"? Isso não só o jornalista, mas todos que aparecem no vídeo acabam fazendo. Tenho certeza de que até mesmo o Sílvio Santos faz. Um forte abraço!

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Os 4 anos do programa Esporte na Rede


O Esporte na Rede abriu as transmissões da UPTV, emissora via web, no dia 6 de maio de 2008. Na bancada estavam o apresentador Leandro Martins, o comentarista Reinaldo Leiva e a co-apresentadora Katia Verri. O programa sempre teve como carro-chefe os principais campeonatos de futebol do Brasil e do mundo.

Também damos destaque ao automobilismo e a outros esportes como hóquei sobre patins, judô, tênis-de-mesa, boxe, e rugby. São mais de 114 edições nesses quatro anos de programa. Os quadros são inéditos e interativos e a participação do internauta em tempo real é o grande foco da atração.

Na breve história do ER, levamos convidados mais do que especiais. Palhinha, ex-centroavante do São Paulo, Pintado, ex-volante do Tricolor Paulista, Osmar Santos, um dos maiores locutores esportivos do Brasil e Hugo Hoyama, o maior mesatenista do país, são alguns exemplos.

O Esporte na Rede procura hoje um lugar ao sol e almeja crescer e ser reconhecido em todo o território nacional como um programa esportivo de excelente qualidade. A atração se pauta em análises bem feitas e entrevistas ricas em conteúdo que conferem credibilidade e seriedade ao programa sem esquecer, é claro, de um toque de bom humor.

Ontem, comemoramos quatro anos bem vividos, com direito a bolo, festa, e análise da Taça Libertadores, Copa do Brasil e Campeonato Paulista! Por isso e por tudo o que já foi feito até hoje, criamos o slogan "Esporte na Rede! Análise esportiva de qualidade!" Confira abaixo as fotos e a íntegra do programa. O ER vai ao ar toda TERÇA-FEIRA, AO VIVO, das 20h às 21h, pela UPTV (www.uptv.com.br). Um forte abraço!

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